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Estudos confirmam associação entre perda auditiva, demência e declínio cognitivo

18/04/2016

Estudo revela que perda auditiva está associada ao baixo desempenho cognitivo, incidência de demência podendo contribuir para um declínio cognitivo. O estudo confirma também que perda auditiva pode melhorar o declínio cognitivo. Uma série de estudos tem apontado uma correlação entre perda auditiva, cognição e demência. Um estudo britânico confirma essa associação. O estudo também revelou que perda auditiva, quando tratada com o uso de aparelho auditivo pode melhorar o declínio cognitivo.

O objetivo do estudo realizado por Piers Dawes, dentre outros pesquisadores, foi de testar se o uso de aparelho auditivo estava associado a um melhor desempenho cognitivo, e se essa correlação havia sido intermediada através de isolação social e/ou depressão.

Melhor cognição com aparelho auditivo
Estudo aponta que o uso de aparelho auditivo estava associado com uma melhor cognição, inexistência de isolamento social e depressão. Estes foram os resultados de um estudo francês.

Os pesquisadores escreveram que os resultados foram coerentes com a hipótese de que aparelho auditivo pode melhorar o desempenho cognitivo, apesar do aparelho auditivo ter um efeito positivo na cognição, será pouco provável que seja através de redução dos efeitos negativos de perda auditiva de isolamento social ou depressão. Os pesquisadores sugerem que qualquer efeito positivo com o uso de aparelho auditivo, na cognição, deve ocorrer através de uma melhoria na audibilidade associada ao aumento de auto eficiência.

Os pesquisadores também escreveram que associações positivas entre o uso de aparelho auditivo e cognição podem ser atribuídas ao fato de que mais pessoas, com capacidade cognitiva, estão buscando e usando aparelho auditivo.

Sobre o estudo
O estudo examinou uma grande sub amostra de um banco de dados biológicos do Reino Unido, com adultos com a idade de 40 a 69 anos que realizaram um teste auditivo. Na pesquisa a idade, sexo, estado de saúde, em geral, e socioeconômico foram controlados como fatores fundamentais. O estudo foi publicado pela PLOS One.

Fonte: Plos One, 2015

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